quinta-feira, 14 de maio de 2015

Tour de France no Brasil

A 1ª edição do L'Étape Brasil by Tour de France será realizada no dia 25 de outubro, em Cunha (SP).


Na quarta-feira, 6 de maio, foi apresentado no Hotel Renaissance, em São Paulo, o evento“L’Étape Brasil by Tour de France”, que será realizado no dia 25 de outubro de 2015 na cidade de Cunha (SP), situada na região da Serra do Mar entre os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro.
O Tour de France lançou a competição na França destinada aos atletas amadores em 1993, batizada de “L’Étape du Tour”, em que o conceito é que “ciclistas comuns” têm a oportunidade de participar de uma das etapas da volta ciclística mais famosa e televisionada do mundo.
Em 2011, o Tour de France, através de sua organização – A.S.O (Amaury Sports Organisation) - iniciou sua expansão global com o evento para amadores, marcando presença em países como Argentina e Reino Unido.
“Nossa primeira experiência internacional foi na Argentina (2011) e foi muito positiva, por isso expandimos neste ano para etapa no Brasil, Paraguai e Reino Unido. A ideia é aumentar o número de países através do envolvimento de parceiros locais, pois temos a intenção de continuar expandindo os eventos na América Latina”, disse Arnoud Santin, da ASO que afirmou que a realização dos Jogos Olímpicos Rio 2016 foi determinando para definir o Brasil como nova sede do L’Étape du Tour.
A vontade é desenvolver uma cultura ciclística mais forte do Brasil.
“A etapa que permite que atletas amadores vivenciem a experiência mais próxima da maior prova de ciclismo mundial, o Tour de France. A vontade é desenvolver uma cultura ciclística mais forte do Brasil”, concluiu Arnoud.
Tour de France foi criado em 1903 e atualmente é considerada uma das três grandes voltas ciclísticas do planeta, ao lado de Giro da Itália e Vuelta da Espanha, eventos exclusivos para as melhores equipes profissionais de ciclismo.


O percurso e a cidade

O L'Étape Brasil by Le Tour de France terá o percurso com 112 km de distância e 2.790 metros de altimetria acumulada, em Cunha, município que está inserido em uma área de planaltos e serras com clima típico de uma região tropical. A prova terá pista totalmente fechada e asfaltada e seguirá o alto padrão de excelência logística e operacional que caracteriza o evento em todo o mundo.
Escolhida por suas estradas de pavimento perfeito em meio à paisagem das Serras do Mar, da Bocaina, da Mantiqueira e da Quebra-Cangalha, e pela localização estratégica, próxima à divisa dos estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, Cunha se apresenta como cenário ideal para uma prova única. www.letapebrasil.com.br




sexta-feira, 27 de março de 2015

Cape Epic 2015.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Melhores Momentos Cape Epic 2014

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015


Especial selim: para pedalar sem medo de ser feliz.

Médicos e pesquisadores garantem que pedalar só faz bem para a saúde
Médicos e pesquisadores garantem que pedalar só faz bem para a saúde
Por Marcos Adami – Bikemagazine
Fotos de arquivo e de divulgação
Publicado com autorização da revista Bike Action
A bicicleta é um veículo ágil e ecologicamente correto, sem dúvidas. Mas, de tempos em tempos, volta à tona um assunto que incomoda bastante a todos nós ciclistas. Afinal, pedalar faz mal para a saúde do homem? Pedalar pode mesmo deixar o homem estéril ou até mesmo provocar câncer de próstata?
Esse debate veio à tona em 1997, quando o pesquisador Irwin Goldstein, da Universidade de Boston, estimou que 100 mil homens teriam desenvolvido impotência sexual como resultado do ciclismo. Em 2002, a revista médica “Jornal de Andrologia” publicou um estudo que revelou a diminuição da rigidez peniana e da função erétil noturna de policiais que pedalavam. O mesmo artigo sugere mecanismos para minimizar esse trauma, como utilizar selim mais largo e confortável e evitar longos períodos pedalando e sem descanso.
São notícias como essas que ainda hoje assombram os ciclistas e lançam dúvidas sobre a impotência masculina como resultado da compressão perineal que pode lesar nervos e o suprimento sanguíneo responsável pela ereção. O que nunca ficou cientificamente comprovado, entretanto, é que a causa da disfunção erétil seja o hábito de pedalar, já que há milhões de homens que pedalam e não apresentam o problema.
O efeito Lance Armstrong
Certamente, o mito do câncer de testículos entre ciclistas ganhou força depois do diagnóstico da doença em Lance Armstrong. Depois da enfermidade (e volta por cima) do heptacampeão da Volta da França muito se especulou da relação existente entre a compressão na região perineal e a elevação do índice de PSA (antígeno prostático específico), que é uma substância produzida pela próstata e que ajuda no diagnóstico de doenças nesse órgão.
“Mas não é só andar de bike. Andar de moto ou a cavalo também podem aumentar o PSA por conta de microtraumas que ocorrem durante a atividade. Por conta desses microtraumas é recomendado que o ciclista fique sem pedalar por um período de 10 dias quando se vai fazer exame de PSA para evitar uma leitura errada. Longas pedaladas, por conta desses microtraumas, podem ocasionar alguma dificuldade para urinar, mas em nada vai prejudicar a próstata”, diz o médico urologista Álcio Conttri.
Estudos da Escola de Medicina de Harvard apontam que exercícios físicos aeróbicos, incluindo o ciclismo, auxiliam na prevenção do câncer de próstata e os especialistas da área recomendam o exame de próstata anuais para homens com mais de 40 anos, sejam eles ciclistas ou não.
2014-especial-selim-2“Essa é uma dúvida de todo mundo que pedala. Sou ciclista e fiz um bom levantamento literário sobre esse tema e li muitos artigos. Até entrei em contato com a Sociedade Brasileira de Urologia e posso afirmar que pedalar não afeta nem a fertilidade, nem a potência do ciclista e não provoca o surgimento de nenhum tipo de tumor”, afirma  Conttri, que pedala com frequência e faz viagens ocasionais de bicicleta.
Uma pesquisa feita na Grã-Bretanha afirma categoricamente que os homens “não devem se preocupar com o aumento do risco de câncer na próstata pelo ciclismo. Homens devem pedalar o quanto puderem, já que os benefícios para os pulmões, coração, para a mente e o corpo são muito mais importantes”, afirma o médico Milo Hollingworth, pesquisador da UCL, University College London.
Num ponto todos concordam. A escolha de um selim apropriado e que se adapte perfeitamente ao ciclista é fundamental para garantir conforto para o ciclista.Um selim inadequado pode provocar dores e dormências na região do períneo, entre o saco escrotal e o ânus.
O belga Kevin de Weert, da OmegaPharma-QuickStep, ajeita o selim antes da largada da 4ª etapa da Volta da Turquia de 2014
Kevin de Weert confere a bike antes da largada da 4ª etapa da Volta da Turquia de 2014
Escolha perfeitaO ciclista tem três pontos de contato com a bicicleta: as mãos nas manoplas, os pés nos pedais e as nádegas, mais especificamente a região do períneo, no selim. A escolha desse componente, portanto, é fundamental para o conforto e saúde do atleta. O selim ideal deve levar em conta a anatomia individual de cada ciclista, o sexo, e o uso que será feito da bike.
Existem alguns métodos para se determinar a largura correta do selim. A Specialized, por exemplo, tem um equipamento chamado Assometer, que na prática é um banco onde o ciclista senta sobre uma borracha com sensores de pressão e que mostram exatamente onde são os pontos de maior contato com o selim. Esse mesmo teste pode ser feito em casa com um pedaço de papelão grosso e canelado.
Esses pontos serão marcados pelos ossos conhecidos como ísquios. Basta medir esses pontos para saber a largura indicada para o ciclista. O ideal é que a medida de centro a centro entre os ísquios seja pelo menos 1cm maior para cada lado e acomode confortavelmente o ciclista sobre o selim. Essa medida fica entre 72mm e 162mm para o homens e 88mm e 175mm para as mulheres. Mas, cuidado, um selim muito largo vai raspar nas coxas e atrapalhar o gesto da pedalada, e um muito estreito pode provocar dores.
É importante observar a curvatura do selim, olhando transversalmente por trás. Um selim demasiado côncavo e com a área central pronunciada pode incomodar a região do períneo, ou, em outras palavras, num selim plano o peso do ciclista fica distribuído de maneira uniforme sem pressão em um ponto especifico.
Outro ponto a observar é a maciez do revestimento. Um selim muito duro certamente será desconfortável especialmente para os iniciantes. Por outro lado, um assento muito macio e acolchoado vai ceder ao receber o peso dos ísquios e o centro do revestimento vai subir e incomodar o períneo.
Modelos vazados
Modelos vazados
Algumas marcas oferecem selins vazados e outras somente selins sem a abertura no centro. Alguns estudos apontam que o selim vazado pode acarretar maior compressão em alguns pontos e prejudicar a circulação. No fundo, funciona mais ou menos como comprar sapatos. É uma questão de escolha pessoal e o ciclista deve sempre fazer um teste prático em alguns modelos para escolher a melhor opção para sua anatomia.
Há selins próprios para modalidades distintas como o triathlon, downhill, BMX, cicloturismo e que oferecem um desenho próprio para as necessidades dessas atividades. Alguns selins clássicos, como os da marca britânica Brooks, são feitos de couro natural e com o tempo vão se moldando ao formato do ciclista.
Márcio May dá dicas sobre o selim perfeito
Márcio May dá dicas sobre o selim perfeito
Dicas do Márcio May
Márcio May, ex-ciclista profissional e atual gerente comercial da Royal Ciclo, empresa que representa no Brasil a marca de selins italianos Fizik, dá dicas importantes de como evitar a fadiga e aumentar o conforto durante a pedalada.
1 – Verifique a largura do selim. O seu peso deverá ser apoiado pelos ossos da bacia e prefira um selim plano, sem protuberâncias;
2 – Deixe o selim no nível, ou incline a parte da frente um ou dois graus para baixo para diminuir a pressão no períneo, principalmente se você tem costume de pedalar abaixado;
3 – Verifique a altura. Os joelhos devem estar levemente dobrados quando seu pé alcançar a parte mais baixa da pedalada. Isso vai facilitar que suas pernas absorvam melhor os impactos e suportem um pouco do seu peso;
7 – Mude sua pedalada alternando entre sentado e de pé, isso aliviará a pressão com o selim, melhorando a circulação;
8 –  Use as pernas como amortecedores. Apoiando-se nos pés levante-se um pouco do selim, faça isso quando as condições do piso forem muito ruins;
9 – Evite longas pedaladas ininterruptas, principalmente se você pedala em uma bike de estrada ou faz longas viagens com a bike. Uma pausa para apreciar a paisagem pode ajudar;
10 –  Cuidado com a sensação de dormência. Se você tem sentido dormência nos genitais durante a pedalada é um sinal que você está comprimindo os nervos e as artérias. Não pense que isso faz parte do esporte. Procure uma loja especializada para verificar a sua posição sobre a bike;
11 – O uso de material adequado é fundamental. Use sempre bermudas com forros e selins adequados evitando aqueles muito duros, preferindo os novos modelos ergonômicos e que apoiam os ossos da bacia na parte mais larga do selim. Os selins de gel também são melhores por diminuírem o impacto;
12 – Evite levar o esporte ao extremo. Busque mais a satisfação que a exaustão.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

 Ride Positive. A Mountain Bike Manifesto.


terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Feliz Natal 2014 !!!!


Alpine Mountain Bike.

Alguém já deve ter tido vontade de fazer uma expedição de Mountain Bike.
Levar uma mochila e barraca, acampar em algum lugar, ficar pedalando o dia todo e depois curtir um Camping selvagem em volta de uma fogueira á noite.
Em alguns países ( EUA, Europa e Canadá), onde se pratica o Freeride (não muito difundido por aqui, acredito que por causa do nosso relevo), onde se usa bikes Full Suspension com quadros específicos para descidas e subidas em terrenos altamente técnicos, com single tracks em encostas de grandes montanhas recheadas de rock gardens em sua maioria. Tudo bem que essa não é nossa realidade, mas já pensou se você pudesse fazer um pedal assim ? Fique com inveja desses sortudos, que fizeram esse vídeo nas Montanhas Monashee, no Canadá, para Rocky Mountain Bicycles .