sexta-feira, 27 de junho de 2014

Carro de Apoio Time Sky Pro Tour.


domingo, 15 de junho de 2014

Pedal São José dos Campos / Aparecida.

Alguns pedais são épicos para a gente, ou pelo lugar, grau de dificuldade, a companhia, cheiros e pessoas que encontramos pelo caminho.Para mim ,esse pedal teve um pouco de tudo isso.Todos que conheci que fizeram esse pedal, não comentavam nada sobre as paisagens que viam durante o percurso, só focavam na distância e no "sacrifício". Como nunca tinha passado da metade da distância, não conhecia a melhor parte.Mas pedalando por lá dessa vez, descobri que como o pessoal para para almoçar e depois continuam, quando passam pelo "filé" desse pedal em Pindamonhangaba, já estão cansados e loucos para chegar em Aparecida. Para mim não foi tão diferente. Saímos de São José dos Campos as 6:30 h rumo a Aparecida.Foi muito interessante ver a mudança de paisagens durante o pedal, desde os prédios de São José até pedalar ao pé da Serra da Mantiqueira em Pinda.Já em Caçapava, mantivemos um ritmo de 25 km/h, mas a poeira deixada pelos caminhões e carros combinados com a serração, formaram um creme em nossos óculos.As 9:00 h chegamos na metade da viagem, na estrada entre Taubaté e Campos do Jordão, no restaurante Leite na Pista. Lá tomamos um café da manhã reforçado e seguimos adiante.  
Chegando próximo a Tremembé, encontramos vento contra, que nos acompanharia quase todo o tempo até Aparecida.Como essa parte do percurso o terreno é totalmente plano, não tinha como se esconder.
Aí que meu "sacrifício" começou. Para vencer o vento contra com nossas 29", começamos a pedalar pesado, e logo minhas pernas reclamaram e as câimbras apareceram. Então o ritmo, que estava bom, diminuiu.O número de paradas aumentaram, fiz alguns ajustes no selim, até que ficasse mais confortável.
Passamos pelo famoso restaurante Colmeia, em Pinda em torno de 11:30 h, o ponto obrigatório de almoço de quem faz esse pedal. Mas a estratégia do café reforçado deu certo, e seguimos em frente.
À partir daí surgem os primeiros morros em uma estrada asfaltada com vários eucaliptos em volta.
Pra quem estava com câimbras à 20 km, precisei usar as marchas mais leves possíveis.Saindo desta estrada vem a melhor parte, quado você pedala ao pé da Serra da Mantiqueira, passando por um belíssimo rio com leito de pedras. Esse trecho em Pinda é bem isolado, pois são fazendas grandes sem casas menores pelo caminho e sem sinal de celular.Depois voltamos ao terreno plano já em Potim, de onde avistamos ao longe a basílica de Aparecida. Um estrada de terra plana e longa entre pastagens até chegar ao asfalto novamente, onde uma placa do Caminho de Aparecida te avisa que faltam "ainda" 8 km pela frente.
Seguimos pelo asfalto, passando pela ponte sobre o Rio Paraíba, onde  chegamos em Aparecida ás 13:20 h.Tiramos a clássica foto, com as bikes ao alto em frente a Basílica e com sentimento de dever comprido !!!
Alguns erros clássicos foram cometidos, por minha parte, já que meu parceiro de viagem estava bem mais preparado fisicamente.1-Pedalamos em ritmo acelerado,  mas não forte na primeira metade, o que me prejudicou na segunda parte, pois meu parceiro queria voltar pra SJC pedalando !!!.2- Programar paradas para hidratação e suplementação.3- Negligenciar o terreno, como é quase sempre plano, temos a falsa sensação que podemos apertar o passo.4 - O ideal é ir sem pressa, mas mantendo um ritmo.5 - Almoçar no Colmeia é uma boa opção, mas não exagere, pois ainda há um longo caminho, e com subidas pela frente até Aparecida.

















sexta-feira, 6 de junho de 2014


Final de Semana Perfeito !!!



quinta-feira, 5 de junho de 2014

Sons de uma boa pedalada.

domingo, 1 de junho de 2014

Pedal no Urba sempre é bom !!!

Às vezes pedalar em grupo não é uma opção e como a idéia é não ficar parado, saí para mais um pedal solo pelas bandas do Urbanova. Embora essas trilhas sejam perto de Jacareí, ninguém daqui se arrisca pedalar por lá. Talvez como medo dos assaltos em São José, talvez pelo isolamento, já que não são estradas rurais e sim trilhas (single tracks) no meio de uma fazenda, no meio do nada.
Mas o espírito Mountain Biker faz a gente se desafiar sempre.E cá pra nós, pedalar em single track é muito mais divertido do que em estradões, embora eu curta mais Maratona do que XC.
Enfim, sempre que convido alguém daqui para pedalar nesse pedaço de São José, ninguém topa !!!
Então vejam o que estão perdendo ...








sexta-feira, 30 de maio de 2014

Novo XTR Eletrônico !!!



Novidade do dia !!!! Isso mesmo, agora o mundo do MTB é eletrônico, câmbios sem cabos de aço. Sempre fui do time da Shimano, os japoneses são melhores em mecânica de precisão do que os americanos.Dessa vez eles saíram na frente,utilizando o Know How do câmbio Dura Ace Eletrônico. 
Mas se você não ficar esperto com a bateria, vai ficar na mão no meio da trilha ! Ainda sou do tipo que gosta das coisas simples que funcionam, mas daqui a algum tempo, vai ter câmbio eletrônico SLX e Deore.
Segue a matéria e tirem suas próprias conclusões:


Nota de Imprensa
A Shimano, empresa japonesa líder mundial nos mercados de bike e pesca, tem o prazer de anunciar o lançamento do primeiro grupo eletrônico de componentes da história para a prática do Mountain Bike: o XTR Di2 (M9050). Fruto de um extenso programa de testes, o equipamento chega para satisfazer as necessidades dos muitos mountain bikers mundo a fora, em relação ao desempenho. 
XTR_DI2_01
O XTR Di2 (eletrônico) vem complementar o XTR 9000, versão mecânica, recentemente lançado. A plataforma Di2 oferece vantagens, comparada à versão mecânica, incluindo-se trocas de marchas mais rápidas, precisas e potentes, e que permanecem consistentes em todas as condições de pilotagem.
As trocas de marcha do XTR Di2 exigem mínimo esforço: ocorrem com o simples pressionar de um botão. O XTR Di2 também apresenta novo layout de programação de trocas de marcha chamado de Mudanças Sincronizadas e proporciona um visual mais clean à bicicleta de MTB, além de baixa manutenção graças a utilização da fiação elétrica, substituindo os tradicionais cabos de aço e conduítes.
XTR_DI2_03
A mudança eletrônica de marchas não é controlada pelo tradicional trocador mecânico. Ela é feita por meio de um botão eletrônico. Trabalhando em parceria com pilotos de testes e atletas profissionais, os engenheiros da Shimano projetaram e testaram muitos tipos de acionamento antes de chegarem à solução ideal. O resultado é o Firebolt: um trocador de marchas eletrônico que oferece sensação natural, além de ótima resposta em relação à ergonomia. O Firebolt do XTR é de fácil acionamento com botões de mudança compactos, que proporcionam um curso de ação curto e de resposta tátil. 
Operação Intuitiva - Uma das principais vantagens do sistema de transmissão eletrônica é sua capacidade de programação. Com o XTR Di2 é possível obter a melhor configuração de trocas de marcha para cada estilo individual de pilotagem. O XTR Di2 utiliza a mesma plataforma E-Tube dos atuais grupos de estrada Di2. A plataforma E-Tube permite programação total do sistema transmitindo sinais interativos e carga para cada componente individual do grupo por meio de conexões ‘plug’n play’. \
XTR_DI2_02
O E-tube torna possível customizar seu sistema de trocas de marcha mudando a função dos botões de troca. Por exemplo: é possível mudar o controle do câmbio dianteiro para o botão de troca direito, ou alterar o controle do câmbio traseiro para o botão esquerdo. Mudanças múltiplas também são possíveis e podem ser totalmente programáveis no XTR Di2 mantendo-se o botão de trocas acionado por instantes. 
A velocidade com que as marchas são trocadas pode ser customizada assim como a quantidade das trocas. É possível a troca de no máximo 2 pinhões acionando-se o botão, ou mesmo a mudança de todas as marchas do cassete de uma só vez. Utilizar a fiação elétrica E-Tube significa zero de ferrugem e a eliminação de cabos esticados e/ou retorcidos. O equipamento garante também baixa manutenção e trocas de marchas consistentes em comparação aos tradicionais sistemas mecânicos. 
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Umas das características mais marcantes do XTR Di2 é a nova opção Mudança Sincronizada. No período de testes, em mais de 20.000 km, os engenheiros da Shimano puderam analisar as marchas mais utilizadas pelos bikers para obter maior eficiência.
Com a Mudança Sincronizada acionada, é possível controlar os dois câmbios com apenas um trocador. O câmbio dianteiro lê a posição do câmbio traseiro e automaticamente se posiciona para utilizar as engrenagens de forma mais eficiente e com o melhor alinhamento da corrente para que o biker nunca tenha que se preocupar com as mudanças dianteiras e correções de marcha.
A Shimano utilizou todas as informações colhidas nos testes para produzir e pré- definir dois ‘mapeamentos de marcha’. O E-Tube permite que o biker mude estas pré-definições para criar sua própria configuração de marchas favoritas. Enquanto pedala, o biker poderá alternar entre os mapas já programadas ou voltar para o modo manual. O XTR Di2 oferece mudanças de marcha mais rápidas e precisas com menor esforço se comparado ao sistema mecânico tradicional.
Trocas de marcha potentes - O câmbio dianteiro Di2 é duas vezes mais potente que o câmbio atual M980, além de oferecer mudanças confiáveis, rápidas e suaves mesmo sob uma pedalada de carga mais intensa. As mudanças de marcha se tornam leves ao simples toque de um botão, não importando o tipo de terreno. O câmbio traseiro foi aprimorado com nova tecnologia Shadow RD+ para Di2. 
XTR_DI2_01
Além do botão ligado/desligado, é possível ajustar a tensão da mola externamente com uma chave Allen (veja como neste vídeo). Os câmbios reagem imediatamente ao comando do biker e assumem um posicionamento preciso em todas as combinações possíveis, utilizando-se a função de auto ajuste do câmbio dianteiro. A fiação elétrica garante um desempenho estável e consistente.
Visual clean e sistema expansível - O cérebro do Sistema XTR Di2 é o seu display digital. Ele indica o nível de bateria, a posição da marcha, o modo de troca de marchas (manual ou sincronizado) e o modo da suspensão. Utilizando-se um botão no display, também é possível mudar o modo de troca de marchas para manual ou para o modo Mudança Sincronizadamesmo durante a pedalada. 
Movimentos Central
O display também funciona como uma porta para recarregar a bateria, como conexão da plataforma e software E-Tube (para configurações pessoais) e, também inclui três portas E-Tube. A fiação eletrônica é facilmente escondida dentro do quadro e pode ser integrada ao sistema de suspensão FOX, minimizando eventuais fiações visíveis no guidão da bike. 
As baterias do XTR Di2 M9050 são equivalentes às usadas nos grupos de Estrada: a bateria externa SM-BTR1 e a bateria interna SM-BTR2.

Vídeo da Mudança Sincronizada:

Fonte: Pra quem pedala.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Você conhece Jaroslav Kulhavy's?

O nome é estranho de se pronunciar, Jaroslav Kulhavy  nascido em 8 de Janeiro de 1985 em Usti nad Orlicí, na República Tcheca, ganhou a medalha de ouro na prova de cross-country nos Jogos Olímpicos de Verão de 2012. Ele é o grande vencedor da Copa do Mundo UCI em 2011, juntamente com  3 º lugar em 2010 e 2012. No início de 2013 ele ganhou, em parceria com Christoph Sauser, o Cape Epic, o "Tour de France do MTB" . A seguir o vídeo com uma breve preparação de seus treinos e sua participação na Copa do Mundo de MTB, que aconteceu neste último final de semana en sua terra natal.