Cape Epic 2013 Stage 2.
sexta-feira, 22 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
Big Biker Itanhandu 2013.
Essa era a única etapa do Big Biker que eu não conhecia, e a que não vou esquecer por um bom tempo ...
Com a grana curta acabei correndo de pirata, mais na hora "h" o instinto competitivo fala mais alto, mas algum eventos não contribuíram muito para minha performance. Uma noite mal dormida e um pequeno acidente pouco antes da largada me cobraram um alto preço na prova.
Depois que os inscritos saíram, iniciei no final do pelotão para não atrapalhar a prova, mas no começo alguns competidores é que me atrapalharam rs. No início meu joelho machucado um pouco antes da prova não me incomodou, estava bem quente, os primeiros 6,5 km foram tranquilos, depois começou uma subida longa e lançada de uns 3 km com um belo visual, mas que minava aos poucos os menos preparados.
Aqueles que começam atacando no começo, mais á frente já estavam só girando ou zig-zagueando.
Nesse ponto meu joelho reclamou um pouco, mais fui administrando.O restante do caminho, me lembrou alguns trechos dos Bigs de Taubaté e São Luiz, algumas subidas fortes, outras longas, como era minha primeira vez e de pirata fui mantendo a cadência sem forçar muito, conhecendo o percurso.
Cheguei no primeiro ponto de água e logo em seguida chegamos em um trecho de asfalto, um descidão para soltar as pernas, com outro visual show, depois voltamos ao estradão de terra e alguns kms depois asfalto novamente e o ponto de apoio. O isotônico que meu apoio me deu, recarregou minhas energias e continuei seguindo em frente recuperando meu ritmo, mas nessa hora minhas poucas horas de sono e meu joelho já estavam fazendo efeito.Nessa altura, já estava no km 35, no início da Serra do Palmital e tinha uma nuvem bem carregada em cima dela. Não deu outra, com aproximadamente um terço de subida concluída começou uma bela chuva de verão, mas fria e com vento. A estrada ficou com muita água, cobrindo pedras, buracos e escorregadia. Nesse momento tive que desligar do clima e focar somente na pedalada e nos obstáculos. Comecei a sentir um pouco de frio, pois estava ensopado mas desliguei tudo ao meu redor focando só no pedal.Finalmente a chuva parou e chegou a descida, mas a chuva estragou o caminho, deixando lama e pedras que faziam a transmissão e os freios rangerem com a lama do caminho.Mas o melhor ainda estava por vir, depois havia uma descida, que devia ser muito boa e técnica (seca), mas virou um barro vermelho, que grudava nos pneus, que travavam no quadro e deixava a bike com uns 30 kg. O jeito foi empurrar até terminar a descida.Para minha surpresa no final dessa descida, que era o trecho final, meu pneu dianteiro furou cheio de barro grudado.Deu um pouco de trabalho, pois não tinha onde limpar minhas mãos, já que a roupa estava mais suja rs. Depois que troquei a câmara, segui girando até a cidade e completei a prova. Não tive a "glória da chegada" e nem medalha de participação, mas a vitória pessoal foi grande, mesmo cansado, com o joelho detonado e com lama seca dos pés á cabeça rs,rs...Mountain Bike é isso aí, preparo físico,psicológico, força de vontade e estratégia, um esporte para poucos ...
Essa era a única etapa do Big Biker que eu não conhecia, e a que não vou esquecer por um bom tempo ...
Com a grana curta acabei correndo de pirata, mais na hora "h" o instinto competitivo fala mais alto, mas algum eventos não contribuíram muito para minha performance. Uma noite mal dormida e um pequeno acidente pouco antes da largada me cobraram um alto preço na prova.
Depois que os inscritos saíram, iniciei no final do pelotão para não atrapalhar a prova, mas no começo alguns competidores é que me atrapalharam rs. No início meu joelho machucado um pouco antes da prova não me incomodou, estava bem quente, os primeiros 6,5 km foram tranquilos, depois começou uma subida longa e lançada de uns 3 km com um belo visual, mas que minava aos poucos os menos preparados.
Aqueles que começam atacando no começo, mais á frente já estavam só girando ou zig-zagueando.
Nesse ponto meu joelho reclamou um pouco, mais fui administrando.O restante do caminho, me lembrou alguns trechos dos Bigs de Taubaté e São Luiz, algumas subidas fortes, outras longas, como era minha primeira vez e de pirata fui mantendo a cadência sem forçar muito, conhecendo o percurso.
Cheguei no primeiro ponto de água e logo em seguida chegamos em um trecho de asfalto, um descidão para soltar as pernas, com outro visual show, depois voltamos ao estradão de terra e alguns kms depois asfalto novamente e o ponto de apoio. O isotônico que meu apoio me deu, recarregou minhas energias e continuei seguindo em frente recuperando meu ritmo, mas nessa hora minhas poucas horas de sono e meu joelho já estavam fazendo efeito.Nessa altura, já estava no km 35, no início da Serra do Palmital e tinha uma nuvem bem carregada em cima dela. Não deu outra, com aproximadamente um terço de subida concluída começou uma bela chuva de verão, mas fria e com vento. A estrada ficou com muita água, cobrindo pedras, buracos e escorregadia. Nesse momento tive que desligar do clima e focar somente na pedalada e nos obstáculos. Comecei a sentir um pouco de frio, pois estava ensopado mas desliguei tudo ao meu redor focando só no pedal.Finalmente a chuva parou e chegou a descida, mas a chuva estragou o caminho, deixando lama e pedras que faziam a transmissão e os freios rangerem com a lama do caminho.Mas o melhor ainda estava por vir, depois havia uma descida, que devia ser muito boa e técnica (seca), mas virou um barro vermelho, que grudava nos pneus, que travavam no quadro e deixava a bike com uns 30 kg. O jeito foi empurrar até terminar a descida.Para minha surpresa no final dessa descida, que era o trecho final, meu pneu dianteiro furou cheio de barro grudado.Deu um pouco de trabalho, pois não tinha onde limpar minhas mãos, já que a roupa estava mais suja rs. Depois que troquei a câmara, segui girando até a cidade e completei a prova. Não tive a "glória da chegada" e nem medalha de participação, mas a vitória pessoal foi grande, mesmo cansado, com o joelho detonado e com lama seca dos pés á cabeça rs,rs...Mountain Bike é isso aí, preparo físico,psicológico, força de vontade e estratégia, um esporte para poucos ...
sábado, 2 de março de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Tours no Mont Blanc.
Isso mesmo, você não entendeu errado.São Tours no Mont Blanc, nos alpes franceses.
Um pedal deste nível só foi possível graças ao depto de marketing da Specialized.
Pois é, um vídeo feito para vender bikes, mas com uma apelo bem convincente, 5 dias de All Mountain nos alpes franceses, quem não gostaria de estar lá ?
Isso mesmo, você não entendeu errado.São Tours no Mont Blanc, nos alpes franceses.
Um pedal deste nível só foi possível graças ao depto de marketing da Specialized.
Pois é, um vídeo feito para vender bikes, mas com uma apelo bem convincente, 5 dias de All Mountain nos alpes franceses, quem não gostaria de estar lá ?
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Pedal de Carnaval.
Parte 2: Cachoeiras de Cunha.
Parecia que iria ser fácil, pedal de aproximadamente 40 km, com duas cachoeiras no meio do caminho e um mirante quase no final do pedal. Depois chegaria a estrada de asfalto que vai para Parati-RJ ,voltava ao posto e pronto.Mas não foi bem assim. Deixei o carro num posto de gasolina, com um restaurante simples, mas com boa comida que conferi no final do pedal, segui pela estrada asfaltada sentido Parati e entrei na cidade pelo primeiro acesso.Chegando na estrada que vai para as cachoeiras (segue-se sentido Campos Novos de Cunha, mas é antes do começo da estrada, está sinalizado), há várias placas com a quilometragem das cachoeiras, pousadas, restaurantes e totens da Estrada Real. O começo do caminho, já disse á que veio, uma subida de asfalto curta, mas puxada, que depois se transformava em uma descida de terra com uma vista de um vale show de bola.Daí em diante o padrão do relevo era de subidas e descidas, cheias de pedras e com valetas rasas por causa das chuvas, mas com paisagem que valem a pena. Por vezes você se encontra em vales sem vento, aí a coisa esquenta, mas quando chega nos topos dos morros, tinha uma brisa que aliviava bem o calor.
De repente chego na entrada da primeira cachoeira, a do Desterro, que é uma subida com inclinação média, toda calçada com bloquetes de concreto. No fim da subida tem um downhill forte que te leva a uma porteira de livre acesso. A cachoeira tem uma queda alta, que forma uma piscina, para minha sorte, não tinha ninguém, mas com a água barrenta por causa das chuvas, não me arrisquei. Mas fazer um lanchinho naquele lugar foi muito bom !!! Saindo da cachoeira, lembra do downhill ... então subir ele dá um pouco de trabalho rs,rs... mas vale à pena.Segui à caminho da Cachoeira dos Pimentas, que é bem maior que a primeira, chama a atenção. Você da estrada de terra vê duas quedas, a segunda é um tipo de barragem,seguindo a estrada você margeia o rio que forma essa cachoeira.Beleza, depois dos banhos de cachoeira, a coisa fica mais séria, há uma sequência de subidas, especialmente uma longa, que faz o pedal não render nada, mas no final você chega no mirante. Tem-se uma vista de um vale lindo, com a Serra da Mantiqueira bem ao fundo e a Serra da Bocaína á sua direita, está a uns 1300 m de altitude.Depois mais sobe desce, parecia que o pedal não ia acabar nunca, por causa do relevo e do calor, mas por fim no topo de um morrinho vi o tal almejado asfalto.Nessa estrada ( Cunha-Parati asfalto) tem-se belas paisagens e downhills muito legais, mas quase no final, já próximo a cidade há uma subida que testa a sua perseverança. Pedal nota dez !!! Mas esteja preparado !!!
Parte 2: Cachoeiras de Cunha.
Parecia que iria ser fácil, pedal de aproximadamente 40 km, com duas cachoeiras no meio do caminho e um mirante quase no final do pedal. Depois chegaria a estrada de asfalto que vai para Parati-RJ ,voltava ao posto e pronto.Mas não foi bem assim. Deixei o carro num posto de gasolina, com um restaurante simples, mas com boa comida que conferi no final do pedal, segui pela estrada asfaltada sentido Parati e entrei na cidade pelo primeiro acesso.Chegando na estrada que vai para as cachoeiras (segue-se sentido Campos Novos de Cunha, mas é antes do começo da estrada, está sinalizado), há várias placas com a quilometragem das cachoeiras, pousadas, restaurantes e totens da Estrada Real. O começo do caminho, já disse á que veio, uma subida de asfalto curta, mas puxada, que depois se transformava em uma descida de terra com uma vista de um vale show de bola.Daí em diante o padrão do relevo era de subidas e descidas, cheias de pedras e com valetas rasas por causa das chuvas, mas com paisagem que valem a pena. Por vezes você se encontra em vales sem vento, aí a coisa esquenta, mas quando chega nos topos dos morros, tinha uma brisa que aliviava bem o calor.
De repente chego na entrada da primeira cachoeira, a do Desterro, que é uma subida com inclinação média, toda calçada com bloquetes de concreto. No fim da subida tem um downhill forte que te leva a uma porteira de livre acesso. A cachoeira tem uma queda alta, que forma uma piscina, para minha sorte, não tinha ninguém, mas com a água barrenta por causa das chuvas, não me arrisquei. Mas fazer um lanchinho naquele lugar foi muito bom !!! Saindo da cachoeira, lembra do downhill ... então subir ele dá um pouco de trabalho rs,rs... mas vale à pena.Segui à caminho da Cachoeira dos Pimentas, que é bem maior que a primeira, chama a atenção. Você da estrada de terra vê duas quedas, a segunda é um tipo de barragem,seguindo a estrada você margeia o rio que forma essa cachoeira.Beleza, depois dos banhos de cachoeira, a coisa fica mais séria, há uma sequência de subidas, especialmente uma longa, que faz o pedal não render nada, mas no final você chega no mirante. Tem-se uma vista de um vale lindo, com a Serra da Mantiqueira bem ao fundo e a Serra da Bocaína á sua direita, está a uns 1300 m de altitude.Depois mais sobe desce, parecia que o pedal não ia acabar nunca, por causa do relevo e do calor, mas por fim no topo de um morrinho vi o tal almejado asfalto.Nessa estrada ( Cunha-Parati asfalto) tem-se belas paisagens e downhills muito legais, mas quase no final, já próximo a cidade há uma subida que testa a sua perseverança. Pedal nota dez !!! Mas esteja preparado !!!
Á caminho de Cunha
Início do Pedal, todo sinalizado
Totem da Estrada Real
A primeira vista do pedal.
Belas paisagens durante o pedal
Acesso a Cachoeira do Desterro
Cachoeira do Desterro
Cachoeira do Desterro
Cachoeira do Desterro
Picnic
Cachoeira dos Pimentas
Cachoeira dos Pimentas
Mirante a 1300m
Serras da Mantiqueira e Bocaína ao fundo
Muitos rios no caminho
Repondo as energias.
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