terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Pedal em Gonçalves 

Neste final de semana fomos á Gonçalves para relaxar, respirar ar puro e claro pedalar !!!
Percorremos 52 km no final de semana de montanhas, cachoeiras e vales entre Gonçalves, São Bento do Sapucaí e Paraisópolis.
O primeiro dia, pedalamos até a divisa São Paulo / Minas entre Gonçalves e São Bento do Sapucaí, com direito a vista da cidade paulista com a Pedra do Baú no topo da serra,caminho este onde uns malucos subiram semana passada rs,(2ª foto).Este caminho é cheio de subidas fortes e descidas que exigem bastante habilidade e freios em dia e tem um clima mais ameno e é quase desabitado e um restaurante com um circulo de pedras no estilo celta, não é a toa que esse lugar se chama Terra Fria.No segundo dia pegamos outro caminho de terra passando pela Cachoeira das Andorinhas, uma das muitas em Gonçalves indo até o distrito dos Costas em Paraisópolis ( 8ª foto).Esse caminho é mais plano que o primeiro, com muitos vales e riozinhos cruzando a estrada e claro algumas subidas que exigem bastante das pernas do biker.Depois uma parada para almoçar uma bela truta com amoras e curtir uma cachoeira e a paisagem do Bairro dos Onças em Gonçalves.Curto pedalar ouvindo música, mas em Gonçalves isso é completamente dispensavel, pois os sons dos pássaros, cachoeiras e vento são melhores que qualquer trilha sonora, em certos lugares você sente um silencio incrivel e uma sintonia total com a natureza, o mtb na essência como alguns descrevem.Recomendo á todos que tiverem a oportunidade de pedalar neste lugar incrivel !!!

 
  
  
  
  

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Bom Jesus domingo 14/02

 
 Parada no começo do caminho de terra, vista da Rod. Carvalho Pinto.


No último domingo pela manhã, eu o Luiz, fomos dar um pedal no clássico caminho do Bom Jesus, aqui mesmo em Jacareí.Saímos sentido Bandeira Branca / Campo Grande por volta das 7h.
Como dá para ver nas fotos, tiradas, editadas e gentilmente sedidas pelo fotógrafo Luiz, tinha até serração,em algum trechos,que tivemos que parar para limpar os óculos que imbassavam e aí ficava perigoso.
O legal é que o Bom Jesus estava congestionado !!! (eu ainda não tinha visto). Tinha uma galera correndo, bastante gente a propósito e claro o pessoal de bike.O caminho não é dos mais longos, uns 32 Km, mas neste sentido tem umas subidas boas pra treinar, e quando o Sol começa a esquentear, você já acabou o rolê e consegue passar o resto do dia com a família, sem ficar moído, enfim um pedal pra soltar as pernas ...




 

  
 



quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Percurso Cachoeira de Guararema

Á pedidos segue o mapa para chegar na Cachoeira de Guararema, partindo da Praça da Igreja Matriz de Guararema.
Se você for de carro até a praça, esse percurso é curto, com cerca de 16 km, mas é um pedal bacana. Pode-se aumentar a kilometragem partindo de Jacareí pela estrada do Bom Jesus ou pelo caminho que fizemos, pela estrada da VCP,depois entrando na estrada de terra passando a linha do trem margeando o Rio Paraíba, saindo na Freguesia da Escada e pegando a estrada de asfalto de acesso para Guararema, que estava interditada no dia deste pedal.
Outro percurso que o pessoal aqui da cidade costuma fazer, é o Santa Branca - Guararema, passando pela cachoeira também, mas com cerca de 70 km.
Coloquei mais fotos deste pedal no link "Por onde a gente pedala / Guararema 70 K".

O Mapa:
 Como eu ainda não sei como colocar os comentários nos pontos do mapa ( se alguém souber me diga como por favor !!! rs..) ai vai: Ponto A: Praça da Igreja siga o asfalto sempre em frente, Ponto B: Primeira estrada de terra á direita,( Alambique do Décio") logo em frente há uma bifurcação siga á esquerda, Ponto C: Bifurcação á esquerda, seguindo você verá a Petrobras ao longe na sua direita e passará por riozinho que forma a cachoeira, Ponto D: Você chegou na estrada de terra para Santa Branca, vire á esquerda, Ponto E :Só alegria, você  chegou Cachoeira !!! , Ponto F: Saindo da Cachoeira vai ter uma descida de pedras e depois a estrada de terra, siga no descidão até o asfalto, Ponto G:Você chegou no asfalto, vire á esquerda, é a estrada que você veio e vai chegar no centro de Guararema.



Exibir mapa ampliado

sábado, 13 de fevereiro de 2010

MTB 12 Horas 2009

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Guararema 70 K

Neste sábado eu, Luís e Rodrigão fizemos um programa diferente, uma rota alternativa entre Jacareí e Guararema. O Luiz, como conhecia umas quebradas diferentes em Guararema liderou a trip.
Com a promessa de um dia quente, 34°C, um dos pontos obrigatórios desta trip tinha que ser a cachoeira de Guararema.

Começamos subindo o morro do Gambi, ao invés de subir o asfaltão do Terras de São João, e surpresa, pelos menos pra gente, o Gambi tá sendo loteado !!!


Depois do single track do resto que sobrou do Gambi, pegamos a estrada de asfalto até a VCP, de lá a estrada que margeia o Rio Paraíba sentido Guararema, e surpresa de novo, um buracão no meio da estrada...

 

Hike bike, estilo quanto pior melhor e parada pra foto rs...



E fomos embora pela estrada a fora... até a Freguesia da Escada já em Guararema, parada na ponte do Rio Paraíba ( nem sabia que tinha ponte lá rs...), onde fui alvejado por um monte de mosquitos, com as pernas coçando pra caramba, confesso que meu desempenho melhorou um pouco ...
Chegamos na estrada de asfalto que dá acesso a Guararema, que estava interditada para carros, mas a frente descobrimos  o porque ...


Quando chegamos no Pau d' Alho, vimos que a ilha no meio do Paraíba, ponto turismo de Guararema sumiu...


Paramos numa padaria para um lanchinho rápido e fomos pra trilha.Seguimos pela estrada que vai pra Santa Branca, ainda no asfalto pegamos a primeira estrada de terra a direita e em seguida aquilo que todo mountain biker gosta ... pirambeira !!!!Daí pra frente acaba a sessão calamidade publica e é só alegria !!!

 

 

Passamos próximos a Petrobrás e chegamos na estrada para Santa Branca, já na parte de terra e fomos para a tão sonhada Cachoeira, pois já era quase meio dia ...

 

 

Saímos da cachoeira sentido centro de Guararema, outra parada estratégica pra Coca gelada e voltamos para casa pelo Bom Jesus, totalizando 70 Km deste rolê feito a base de muito suor e Sundown 50...




quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

 Rolezinho do Canadá até a Fronteira dos EUA com o México.

Este vídeo é sobre um grupo de bikers, que fizeram a maior rota de MTB já registrada na América do Norte.
Os caras sairam de Banff no Canadá e foram até a fronteira dos EUA com o México, totalizando 4320 Km !!
Pelo vídeo, dá para notar que os caras são amadores, provando que qualquer pessoa que tenha paixão pelo esporte e força de vontade consegue encerar os mais insanos desafios !!!
Inspire-se, mas não precisa exagerar rs ...
Depois de verem o video, alguém pode me dizer o que o "tiozinho" está fazendo em cima da pick up ???

Dica : se o vídeo estiver muito lento, desabilite a tecla "HD is on" no vídeo.



Ride The Divide Teaser from Ride The Divide on Vimeo.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010


Pedal na chuva




 Descubra quais são os segredos para andar de bike com chuva ou em estradas molhadas

Com a proximidade do verão e as temperaturas elevadas, tornam-se cada vez mais comuns as pancadas de chuva no final da tarde ou até mesmo durante o dia. Mas isso não precisa ser um motivo para cancelar um treino ou um passeio, pois basta tomar alguns cuidados com a segurança durante o pedal.

Equipamentos
Antes de sair para pedalar, e isto vale também para o tempo seco, é fundamental verificar as condições dos freios e a calibragem dos pneus. Usar uma blusa impermeável ajuda a manter a parte superior do corpo seca e aquecida. Além disso, uma aba no capacete pode proteger o rosto dos pingos mais grossos.

“No caso de chuva, os óculos devem ter as lentes um pouco mais claras, para permitir uma melhor visibilidade. As luvas também são importantes, pois melhoram a aderência ao guidão e protegem as mãos. Em qualquer acidente, por mais bobo que seja, as mãos são a primeira parte do corpo a tocar o solo”, disse Marcos Hallack, triatleta profissional e treinador de ciclismo da Saúde Performance.


Nunca é demais lembrar que a chuva diminui a visibilidade dos motoristas, que geralmente ficam com os vidros e retrovisores dos carros embaçados. Por isso, quanto mais atenção o ciclista chamar, melhor. “O ideal é usar o pisca sempre, mesmo durante o dia, pois é preciso se mostrar no percurso”, afirmou Cadu Polazzo, treinador da BR Esportes. “Usar roupas com cores vivas também é uma boa opção para despertar a atenção dos veículos”, completou Marcos.

Controvérsia
A boa e velha capa de chuva também pode ser uma grande aliada para se defender da água, mas muitos atletas preferem não usar este acessório e contestam sua eficiência. “Ela até ajuda a proteger da chuva e manter aquecido, mas quando faço treinos muito fortes termino encharcado de suor. Ou seja, me molho de qualquer jeito, então não vejo vantagem”, afirmou Renato Diógenes, 24, estudante de educação física. “Acho que quando a chuva é muito forte a capa não ajuda muito. E também existe aquele velho ditado, ‘quem está na chuva é para se molhar’, por isso prefiro não usá-la”, brincou Maurício Paiva Filho, 42, advogado.

Atenção
Ao conduzir uma bicicleta na chuva, é preciso redobrar a atenção, pois a aderência com o asfalto é menor. O melhor a se fazer é deixar as manobras mais técnicas e arriscadas para um dia com melhores condições. Procure ser cauteloso nas descidas e antecipe ao máximo as freadas na curvas, pois a eficiência dos freios fica comprometida com a água, que diminui o atrito. “Uma dica é sempre dar algumas freadas leves para tirar o excesso de água dos aros e das pastilhas, assim, quando precisar usar os freios, eles terão uma resposta um pouco melhor”, aconselhou Duda Bley, técnico da Limiar Assessoria Esportiva. “Com pista molhada, é bom manter certa distância e evitar andar no vácuo, pois a frenagem está comprometida. Além disso, o pneu traseiro joga água direto no rosto de quem está atrás e não dá para enxergar direito”, alertou Cadu.

“Na cidade é preciso tomar muito cuidado com as faixas de pedestres e as outras pinturas de sinalização no asfalto, pois elas ficam muito escorregadias com a água. Também é bom evitar poças d´água, porque nunca se sabe onde existe um buraco”, afirmou Marcos.

Já na estrada, o melhor que pode ser feito é pedalar sempre mais próximo ao final da pista, de preferência em grupos, para aumentar a visibilidade dos carros. “Deve-se andar no canto do acostamento, sempre de dois em dois. Se o grupo estiver em um número ímpar, o que ficar sozinho vai à frente”, explicou Cadu.

Bom senso
Outro item indispensável ao se pedalar na chuva é o bom senso. Os ciclistas devem preservar a segurança e, para isso, é preciso verificar se condições da pista e de visibilidade são favoráveis para a pedala. Muitas vezes, é melhor perder quinze minutos ou um dia de treino do que correr o risco de sofrer um acidente.


“Se a chuva estiver muito forte, o melhor é parar em um posto, debaixo de um viaduto ou em qualquer outro lugar coberto e esperar ela passar”, orientou Cadu Polazzo. “Não existe nada melhor do que a precaução. A melhor coisa é optar por treinos mais tranqüilos de rodagem em dias com a pista molhada e fazer os que exigem mais força e atenção quando estiver seco”, afirmou Marcos Hallack.

Tecnologia
Nos dias de hoje, os serviços meteorológicos são cada vez mais eficientes. Por isso, para evitar surpresas durante o treino, vale a pena dar uma olhada na previsão do tempo antes de sair para pedalar. “No verão, o melhor é evitar os horários de chuva, mas ela também sempre avisa antes de chegar. O que se pode fazer é olhar a direção das nuvens e ir para o outro lado”, indicou Cadu.


Fonte: Site Revista Prologo/VO2