Algumas propagandas realmente tem um poder de convencimento formidáveis.Se a ideia é fazer você adquirir determinado produto, você tem que motivar o consumidor para tal.A Garmin conseguiu isso com a propaganda dos novos modelos Edge, que além de serem "Touch Screen", permitem que você envie do seu celular para o GPS o percurso á ser percorrido e compartilhe com outros atletas em um "pega virtual", que na verdade pode se tornar um grande treino.Se um dia você estiver desanimado para pedalar, esse vídeo cumpre bem o propósito de te convencer o contrário.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Pedalando entre o Céu e o Inferno.
Pelo menos pra mim foi uma experiência nova. Sair pedalando á quase 35°C, subir uma Serra e chegar a 25°C. Foi esse pedal que consegui fazer no fim de ano, quando estive em Potim- SP e resolvi ir até a divisa entre Guaratinguetá e Cunha. Minha idéia era pedalar por um caminho cheio de cachoeiras em Cunha, mas o tempo não colaborou por aquelas bandas. Paciência, para não zerar no pedal decidi sair de Potim e pegar a rodovia que liga Guaratinguetá até Cunha. Pedalar de MTB no asfalto não é lá aquelas coisas, ainda mais quando você só encontra speedeiro treinando (confesso que fiquei com saudades da minha Speedster).
Logo que cheguei na rodovia, o sol também chegou, como a chuva da noite anterior deixou tudo molhado, subiu aquele mormaço. Só girando no começo da subida da serra o meu batimento já estava na casa dos 175 bpm. Por sorte encontrei um speedeiro master de Guará, o Taquara, pedalando com sua esposa. Foi muito legal conversar com um local, que me falou sobre a variedade de trilhas da região e os diversos níveis de dificuldade, inclusive uma entre Lorena e Mambucaba no estado do Rio (96Km) e uma variação por terra do caminho para a base do Pico dos Marins em Piquete.Taquara me acompanhou até um ponto, depois o pedal ficou solo e continuei subindo. As pernas estavam boas, mas o calor, ainda mais sem vento me cobrou um alto preço. Mas por fim venci a Serra e meu prêmio foi uma brisa estilo Mantiqueira e um planalto na minha frente. Fiquei bem animado á continuar até a cidade de Cunha ( + 22km), pois o clima estava ótimo, mas a perspectiva de pedalar uns 100 km ida e volta de MTB no asfalto e voltar ao calor de Potim- SP no começo da tarde me fez pensar duas vezes. Parei em um restaurante legal, uns 3 km depois do fim da Serra já em Cunha (Tudo da Roça), comi dois pães de queijo e um Gatorade, conheci o lugar e fiz amizade com um cachorro que achou que eu era seu dono, me recebendo todo chorão rs,rs...
A volta, a experiência como vocês devem imaginar foi menos agradável, mas cheguei são e salvo em Potim.
Não foi pedal o mais cênico que fiz, mas foi uma experiência muito legal, mas acho que pedalar em Cunha teria sido muito melhor rs,rs...pelo menos pedalei um trecho da Estrada Real rs,rs...
Pelo menos pra mim foi uma experiência nova. Sair pedalando á quase 35°C, subir uma Serra e chegar a 25°C. Foi esse pedal que consegui fazer no fim de ano, quando estive em Potim- SP e resolvi ir até a divisa entre Guaratinguetá e Cunha. Minha idéia era pedalar por um caminho cheio de cachoeiras em Cunha, mas o tempo não colaborou por aquelas bandas. Paciência, para não zerar no pedal decidi sair de Potim e pegar a rodovia que liga Guaratinguetá até Cunha. Pedalar de MTB no asfalto não é lá aquelas coisas, ainda mais quando você só encontra speedeiro treinando (confesso que fiquei com saudades da minha Speedster).
Logo que cheguei na rodovia, o sol também chegou, como a chuva da noite anterior deixou tudo molhado, subiu aquele mormaço. Só girando no começo da subida da serra o meu batimento já estava na casa dos 175 bpm. Por sorte encontrei um speedeiro master de Guará, o Taquara, pedalando com sua esposa. Foi muito legal conversar com um local, que me falou sobre a variedade de trilhas da região e os diversos níveis de dificuldade, inclusive uma entre Lorena e Mambucaba no estado do Rio (96Km) e uma variação por terra do caminho para a base do Pico dos Marins em Piquete.Taquara me acompanhou até um ponto, depois o pedal ficou solo e continuei subindo. As pernas estavam boas, mas o calor, ainda mais sem vento me cobrou um alto preço. Mas por fim venci a Serra e meu prêmio foi uma brisa estilo Mantiqueira e um planalto na minha frente. Fiquei bem animado á continuar até a cidade de Cunha ( + 22km), pois o clima estava ótimo, mas a perspectiva de pedalar uns 100 km ida e volta de MTB no asfalto e voltar ao calor de Potim- SP no começo da tarde me fez pensar duas vezes. Parei em um restaurante legal, uns 3 km depois do fim da Serra já em Cunha (Tudo da Roça), comi dois pães de queijo e um Gatorade, conheci o lugar e fiz amizade com um cachorro que achou que eu era seu dono, me recebendo todo chorão rs,rs...
A volta, a experiência como vocês devem imaginar foi menos agradável, mas cheguei são e salvo em Potim.
Não foi pedal o mais cênico que fiz, mas foi uma experiência muito legal, mas acho que pedalar em Cunha teria sido muito melhor rs,rs...pelo menos pedalei um trecho da Estrada Real rs,rs...
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Mountain Bike: Até quando é ruim, é bom ...
Mais vale um dia ruim de Mountain Bike, que um belo dia dentro de casa.
Se você pensa assim também, vai entender o espírito da coisa. Domingão saí meio atrasado para um pedal em Jambeiro, que ia até Paraibuna e voltava. Peguei a Rod. Carvalho Pinto, em uma caminho que sempre faço de Speed até Jambeiro e percebi como, citando Albert Einstein, que o tempo e a distância são relativos.São quase 3 horas de bike e nada menos que 25 min de carro para o mesmo lugar. No caminho na Serra de Jambeiro, vi alguns bikers desafiando o morro, mas estava com pressa para chegar na praça de Jambeiro e não perder o pedal.Chegando na cidade, desci a bike do carro, me aprontei depressa, comi alguma coisa na padaria e saímos para o pedal, com bastante gente, de todos os níveis de preparo, desde quem ia estilo passeio até tem já foi rato de Big Biker.Fomos pela mesma estrada do pedal que vai para Redenção da Serra, mas logo no começo viramos á direita em uma pontinha, por cima de uma belo riozinho, aliás os riozinhos são a marca registrada de Jambeiro, além dos vales e morros verdinhos.Bem no começo já tinha subidas puxadas, dizendo á que veio. E foi assim por quase todo o caminho, que teve alguns Single Tracks, uns bem técnicos em meio a áreas de reflorestamento de eucaliptos, cheios de galhos ávidos a destruir câmbios e raios dos desavisados ou menos habilidosos. Mas as descidas desses singles, eram como "tubos em onda para surfistas", alguns suaves, outros bem técnicos. Me deliciei com minha nova suspensão de 100 mm e meus freios Shimano SLX !!!Mas a maior surpresa deste pedal , ainda estava por vir. Depois de uma descida rápida entre os eucaliptos, que terminava em um plano entre algumas chácaras bem cuidadas, o terror dos Mountain Bikers apareceu diante de mim. Isso mesmo, um cachorro vindo não sei da onde avançou em cima de mim, minha reação foi desviar dele, mas havia uma cerca viva, cheia de arbustos na direita, que na hora não vi e me desestabilizou quando entrei nela, me jogando no chão.Nada de grave me aconteceu, apenas meu lado direito da bunda está dolorido até agora e alguns arranhões dos arbustos no braço esquerdo. Ok, me levantei e segui até um bar no bairro do Itapeva , já em Paraibuna, onde comemos alguma coisa. Daí pra frente o bicho pegou, pedalar com a lateral do quadril doendo, foi uma experiência nova, porém dolorosa pra mim. Aí o passeio virou prova psicológica, ainda mais com um sol do meio dia na cabeça. Por sorte tinha bastante água no Camelback ( que é Deuter, entendeu ? ), e uma galera legal junto comigo.Mas nada que estragasse a beleza do pedal. Claro que nos distanciamos do pelotão da frente e, em vez de pegarmos um single track ( um dos melhores que já pedalei por sinal ), seguimos um estradão beirando a represa, chegando perto da 1ª ponte da Rod.Tamoios. Não me lembrei de uma porteira em uma curva, depois de uma ponte ... vago não? Principalmente se você está com o quadril doendo debaixo de uma "lua" como aquela rs,rs...Mas cheguei são e salvo em Jambeiro ...
Lição aprendida: não tenha medo do pneu furado ou corrente quebrada no meio do nada, mas sim de um bendito cachorro vindo pra cima de você. Minha esposa tem 9 pinos e duas placas no braço esquerdo e um amigo uma costela trincada e eu uma bunda dolorida até agora rs,rs... mas faria tudo de novo !!!!
Mais vale um dia ruim de Mountain Bike, que um belo dia dentro de casa.
Se você pensa assim também, vai entender o espírito da coisa. Domingão saí meio atrasado para um pedal em Jambeiro, que ia até Paraibuna e voltava. Peguei a Rod. Carvalho Pinto, em uma caminho que sempre faço de Speed até Jambeiro e percebi como, citando Albert Einstein, que o tempo e a distância são relativos.São quase 3 horas de bike e nada menos que 25 min de carro para o mesmo lugar. No caminho na Serra de Jambeiro, vi alguns bikers desafiando o morro, mas estava com pressa para chegar na praça de Jambeiro e não perder o pedal.Chegando na cidade, desci a bike do carro, me aprontei depressa, comi alguma coisa na padaria e saímos para o pedal, com bastante gente, de todos os níveis de preparo, desde quem ia estilo passeio até tem já foi rato de Big Biker.Fomos pela mesma estrada do pedal que vai para Redenção da Serra, mas logo no começo viramos á direita em uma pontinha, por cima de uma belo riozinho, aliás os riozinhos são a marca registrada de Jambeiro, além dos vales e morros verdinhos.Bem no começo já tinha subidas puxadas, dizendo á que veio. E foi assim por quase todo o caminho, que teve alguns Single Tracks, uns bem técnicos em meio a áreas de reflorestamento de eucaliptos, cheios de galhos ávidos a destruir câmbios e raios dos desavisados ou menos habilidosos. Mas as descidas desses singles, eram como "tubos em onda para surfistas", alguns suaves, outros bem técnicos. Me deliciei com minha nova suspensão de 100 mm e meus freios Shimano SLX !!!Mas a maior surpresa deste pedal , ainda estava por vir. Depois de uma descida rápida entre os eucaliptos, que terminava em um plano entre algumas chácaras bem cuidadas, o terror dos Mountain Bikers apareceu diante de mim. Isso mesmo, um cachorro vindo não sei da onde avançou em cima de mim, minha reação foi desviar dele, mas havia uma cerca viva, cheia de arbustos na direita, que na hora não vi e me desestabilizou quando entrei nela, me jogando no chão.Nada de grave me aconteceu, apenas meu lado direito da bunda está dolorido até agora e alguns arranhões dos arbustos no braço esquerdo. Ok, me levantei e segui até um bar no bairro do Itapeva , já em Paraibuna, onde comemos alguma coisa. Daí pra frente o bicho pegou, pedalar com a lateral do quadril doendo, foi uma experiência nova, porém dolorosa pra mim. Aí o passeio virou prova psicológica, ainda mais com um sol do meio dia na cabeça. Por sorte tinha bastante água no Camelback ( que é Deuter, entendeu ? ), e uma galera legal junto comigo.Mas nada que estragasse a beleza do pedal. Claro que nos distanciamos do pelotão da frente e, em vez de pegarmos um single track ( um dos melhores que já pedalei por sinal ), seguimos um estradão beirando a represa, chegando perto da 1ª ponte da Rod.Tamoios. Não me lembrei de uma porteira em uma curva, depois de uma ponte ... vago não? Principalmente se você está com o quadril doendo debaixo de uma "lua" como aquela rs,rs...Mas cheguei são e salvo em Jambeiro ...
Lição aprendida: não tenha medo do pneu furado ou corrente quebrada no meio do nada, mas sim de um bendito cachorro vindo pra cima de você. Minha esposa tem 9 pinos e duas placas no braço esquerdo e um amigo uma costela trincada e eu uma bunda dolorida até agora rs,rs... mas faria tudo de novo !!!!
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
6 Horas MTB - Univap Urbanova - SJC
Rolou agora no último dia 25 de novembro o 6 Horas de MTB na Univap Urbanova em São José dos Campos. O que começou como brincadeira, agora ficou sério. Prova com uma super infraestrutura, quase semelhante á aquelas provas gringas da mesma modalidade. Enquanto os atletas estão focados na prova, em algumas barracas de apoio rola aquele "churras" com "breja", uma festa não só para atletas, mas para amigos e familiares que vão prestigiar. Possivelmente, em um futuro bem próximo, a prova ganhe status e fama, atraindo mais atletas de outras regiões e outros estados, pois tem tudo para que isso aconteça !!!
Rolou agora no último dia 25 de novembro o 6 Horas de MTB na Univap Urbanova em São José dos Campos. O que começou como brincadeira, agora ficou sério. Prova com uma super infraestrutura, quase semelhante á aquelas provas gringas da mesma modalidade. Enquanto os atletas estão focados na prova, em algumas barracas de apoio rola aquele "churras" com "breja", uma festa não só para atletas, mas para amigos e familiares que vão prestigiar. Possivelmente, em um futuro bem próximo, a prova ganhe status e fama, atraindo mais atletas de outras regiões e outros estados, pois tem tudo para que isso aconteça !!!
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Titan Desert.
Prova Casca Grossa saindo de Granada, Espanha até o Marrocos.
Se você acha que pedalar no verão brasileiro é o bicho, imagina no meio do deserto ?
http://www.titandesert.es/
Prova Casca Grossa saindo de Granada, Espanha até o Marrocos.
Se você acha que pedalar no verão brasileiro é o bicho, imagina no meio do deserto ?
http://www.titandesert.es/
domingo, 18 de novembro de 2012
Nem sempre as coisas saem como planejamos...
Parte 1: Neste domingo estava planejando ir e voltar de Jacareí para São Francisco Xavier,( São Xico para os íntimos).O pedal seria pra gente grande, calculamos algo em torno de 120 á 130 km e tínhamos até um resgate na manga. Tudo parecia perfeito, o tempo ok, minha bike estava de freios e suspensão nova, tinha feito um teste na quinta (Pedal Sta Branca - Guararema, 72 km). Mas no final deste pedal a suspensão não ficou legal, estava muito mole e sedendo com meu peso. Então ao sair pela manhã, notei um desconforto nas minhas mãos, sinal que a suspensão estava muito baixa. Por sorte, notei isso logo no início do pedal, bem no final da primeira subida da estrada do Jaguari. Só não fiquei mais chateado por causa do nascer do sol com as névoas entre Jacareí e SJC. Avisei meu colega que "abortaria a missão", decisão que ele também tomou quase uma hora depois, me avisando por uma mensagem no celular, mas não li, pois já estava pedalando na estrada ...
Parte 2: Cheguei em casa, calibrei os pneus da Speed, e sem pensar muito sai pedalando para Rod. Carvalho Pinto, via Nilo Máximo. No meio do caminho fiquei um pouco desapontado, queria mesmo era pedalar de MTB para São Xico, mas logo me lembrei que nem todo mundo tem duas opções de bike e com um dia perfeito como o de hoje, não podia desperdiçar com frescura rs ...
No meio da estrada o clima estava ótimo, um vento contra chato, mas refrescante e seco, nem estava suando. Parei no acostamento e dois caras me passaram e me cumprimentaram. Como ventava contra
resolvi acompanhar os caras. Comecei a conversar com o cara com uma Felt de Triátlon e descobri que ele era maratonista, já tinha corrido a maratona de Amsterdã e foi a Nova York para correr a maratona, mas como o tempo não ajudou ( Furacão Sandy, lembra ?), a prova foi cancelada. Enfim, achei que pedalar de Speed seria um saco, mas acabou sendo muito interessante !!!
Às vezes temos a oportunidade de transformar uma situação ruim, algo melhor que esperávamos, só agindo por instinto, sem pensar e esperar muito ...
domingo, 4 de novembro de 2012
Novos caminhos e amizades.
Nesse feriado descobri novos caminhos, novas amizades, encontrei com novos e velhos amigos, tudo graças ao Mountain Bike, que além de me proporcionar qualidade de vida, ainda me ajuda a conhecer novas pessoas, que se encantam com esse estilo de vida. Existe uma verdadeira comunidade de Mountain Bikers, aqui em Jacareí como em SJC, e por vezes nos encontramos, trocamos informações, pedalamos juntos, dividimos água, gel, câmaras de ar e até cerveja !!! Somente quem usa o tal shortinho, capacete e tem paixão em sujar suas bikes caras sabe do que estou falando. Conseguimos nos divertir, ás vezes sem sair da cidade e acabamos por curtir mais dos que os que viajaram no feriadão.A maioria das pessoas procura diversão e aventura enfrentando o trânsito. Mas quando não podemos viajar, encontramos tudo isso aqui mesmo, pois o Mountain Bike é isso, a oportunidade de se divertir aonde ninguém vai e esses lugares estão sempre perto de nós, esperando alguns malucos de bike chegarem !!!
Pedalei por lugares novos, como o caminho escondido para Represa de Sta Branca, fiz um treininho no Circuito do 6 Horas e por fim um pedal light com a galera da Hardtrack. Se todo mês tivesse um feriado assim, a vida seria uma maravilha !!!
Nesse feriado descobri novos caminhos, novas amizades, encontrei com novos e velhos amigos, tudo graças ao Mountain Bike, que além de me proporcionar qualidade de vida, ainda me ajuda a conhecer novas pessoas, que se encantam com esse estilo de vida. Existe uma verdadeira comunidade de Mountain Bikers, aqui em Jacareí como em SJC, e por vezes nos encontramos, trocamos informações, pedalamos juntos, dividimos água, gel, câmaras de ar e até cerveja !!! Somente quem usa o tal shortinho, capacete e tem paixão em sujar suas bikes caras sabe do que estou falando. Conseguimos nos divertir, ás vezes sem sair da cidade e acabamos por curtir mais dos que os que viajaram no feriadão.A maioria das pessoas procura diversão e aventura enfrentando o trânsito. Mas quando não podemos viajar, encontramos tudo isso aqui mesmo, pois o Mountain Bike é isso, a oportunidade de se divertir aonde ninguém vai e esses lugares estão sempre perto de nós, esperando alguns malucos de bike chegarem !!!
Pedalei por lugares novos, como o caminho escondido para Represa de Sta Branca, fiz um treininho no Circuito do 6 Horas e por fim um pedal light com a galera da Hardtrack. Se todo mês tivesse um feriado assim, a vida seria uma maravilha !!!
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